terça-feira, 2 de fevereiro de 2010









Escudo e Aço I

A pele que antes; fria e sem ardor
Cuspia o enxofre murcho, a alma sem vigor
Hoje queima em pleno esplendor de luzes vivas
O ser que habita a minha sina; hoje ensina

Guardioes e protetores da luz; calor
Guiando-me por entre o orvalho que cresce em minha Janela
Que por mais que a ausencia, a matéria seja incolor
Corro e percorro por atrás dela - amor

Hoje devagar prossigo - pois já tive pressa
Aos poucos vou me limpando do limbo cru que a vida propera
Perdido vaguei por mil quimeras
De sonhos! ilusoes, amores? - nao tenha pressa!


Escudo e Aço II

Em frente a todo este espetáculo
Poderás nao entender-me ó palhaço
Aqui onde me regenero; minha sorte sou eu quem faço
Não venha tentar sucumbir-me; farei-o em pedaços!
Cuidado, pois de tanto martírio que tive, hoje já não caio

Em meu lado direito: A Sabedoria - pergaminhos dourados!
Em meu lado esquerdo: A Força - deceparei-o às mãos, a vingança, os escárnios!
Em minha frente: A Evolução - A pirâmide que em meu ser sustente!
Em minhas costas: O Arcanjo - Às asas de um lunático.

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