sábado, 26 de dezembro de 2009


















Adeus caros caídos!

Minha carne já nao suporta
Toda esta confusão monótona
Em meio as larvas eu me despeço
Deste abismo que me sufoca

Por anos percorri por aquelas bandas
As quais me sangraram com tais lanças
Que machucam pobres seres perdidos
Em um mundo distinto, um ciclo vazio.

Minh'alma já sente a suavidade
De andar por entre estes mares
Lindas vozes inundam o meu ser - sem dor!
Ondas brutas, tragam-me amor

Aqui jáz soterrado
Todo este sentimento amargo
Que um dia me tirou em vida
A serenidade e toda minha alegria.

Mas lembre-se ser amargo
Tudo na vida é um aprendizado
Com pergaminhos de sinceros sorrisos prossigo
Bem longe, deste falso paraíso.

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