domingo, 27 de dezembro de 2009


















Chuva

Numa noite de Apollo
O céu mostra tua ira
Entre raios e trovões
As lágrimas inundam a vida

Adubando terra e céus
Aflorando a essencia divina
Molhe todo meu ser - Oh, chuva!
Leve toda a "penumbra" cretina

Sinta a serenidade do sereno
Caia por todo o solo terreno
Afloresca todo tipo de vida
Agua viva, nascente cristalina

Mas hoje já nao sei
Se a água que escorre em meu ser
É da chuva que molha o verde lá fora
Ou são lágrimas, que escorrem da minha visão agora.

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