
Sonho só
Se uma lágrima as pálpebras me inunda
Se um aperto no peito me estremece
Há ainda de haver forças
Para os sonhos que ali se aquece
O que me resta - Oh pobre ser!
É esta saudade do que nao vivi
Como um punhal em meio à carne podre
De algo que já não queima ali
A nostalgia da verdade
De viver, da sinceridade
Da fraternidade, da união
Vêm à tona em meio as lagrimas
Que molham minha face desde então....
Mas aqui é onde o sonho grita
Fazendo brilhar a existência maldita
De um pobre nômade-dos-sonhos
Que em pobres linhas deixa a vida
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